O que fica feito.
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A conta feita com a sala cheia
Uma sala a meio e uma sala cheia não pedem a mesma coisa. Dimensiona-se para a hora de ponta, que é quando tem mesmo de aguentar.
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Sem corrente de ar por cima da mesa
Onde ficam as unidades decide-se a olhar para o mapa das mesas. Ninguém quer jantar debaixo de uma saída de ar.
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Baixo o suficiente para se conversar
Numa sala de refeições escolhe-se pelo nível sonoro. O que se ouve tem de ser a mesa do lado, não o aparelho.
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Obra e manutenção fora do serviço
Combina-se para as horas em que a sala está fechada, para não perder um almoço nem um jantar.
Como trabalhamos.
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Fala-nos da sala
Área, quantos lugares, quanto vidro tem e o horário de serviço. Sem compromisso.
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Visita técnica
Medimos, avaliamos o existente e desenhamos a solução certa.
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Proposta fechada
Equipamento, prazos e preço por escrito. Sem surpresas.
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Obra e acompanhamento
Instalamos, testamos e ficamos por perto com a manutenção.
«A primeira vez que houve o contacto, mostraram logo confiança.»
Vendemos, instalamos e mantemos as principais marcas.
Perguntas que nos fazem sempre.
Para a sala cheia. Em hora de ponta há muito mais calor lá dentro do que a meio da tarde, e é essa a situação que o equipamento tem de aguentar.
A sala e a cozinha são duas obras diferentes: a exaustão de uma cozinha tem condutas e regras de segurança próprias. Esta página é sobre a sala. Se precisar das duas coisas, diga-o no pedido e dizemos-lhe com o que pode contar.
Não deve. O sítio e a orientação das unidades escolhem-se a olhar para o mapa das mesas, para o ar varrer a sala sem ir direito a quem está sentado.
Planeia-se a obra a pensar nisso. Na visita técnica vê-se o que se pode fazer fora do horário de serviço e o que obriga mesmo a parar, para saber com o que contar antes de começar.
Também tratamos de:
Para ler antes:
Onde trabalhamos: